Até o ano passado, Robert Pattinson era um ator relativamente desconhecido. Seus maiores créditos no cinema eram papéis coadjuvantes em dois filmes da série “Harry Potter”.
Da noite para o dia, o inglês que começou a carreira de modelo aos 12 anos virou sensação na pele do vampiro imortal Edward Cullen, que se apaixona pela colegial Bella Swan (Kristen Stewart) no sucesso “Crepúsculo”.
A ascensão de Pattinson converteu o ex-modelo num dos alvos favoritos dos paparazzi. “Isso está virando uma situação louca”, declarou. “Virou uma espécie de fenômeno, uma coisa que eu realmente não previa.”
Prestes a completar 23 anos no dia 13 de maio, o jovem astro guarda uma arma secreta para os momentos caóticos: a música. Pattinson toca violão e piano, além de compor as próprias canções. Duas composições suas - “Never think”, escrita em parceria com Sam Bradley, e “Let me sign”, de Marcus Foster e Bobby Long – chegaram à trilha sonora de “Crepúsculo”.
A diretora Catherine Hardwicke usou as faixas em uma edição prévia, sem avisar o autor. Ao saber disso, Pattinson concordou que uma delas, especificamente, tinha deixado a cena bem melhor. “Era como se ela tivesse sido feita para aquilo”, comentou o artista, na ocasião.
Plano B
À parte essas canções da trilha, Pattinson diz que nunca gravou nada profissionalmente. “Apenas toquei em pubs e coisas assim”, explicou. No ano passado, ele chegou a se apresentar com a banda Bad Girls. “A música é meu plano B, se a carreira de ator der errado.”
Por enquanto, ele diz que não há planos para colocar composições suas em “Lua nova”, mas admite que ficou “obcecado” por compor. A trilha sonora do filme “How to be”, sobre um jovem em crise existencial que convence um guru canadense a viajar a Londres para lhe prestar serviços de “auto-ajuda”, conta com três faixas de Joe Hastings interpretadas por Pattinson.
O músico – ainda é cedo para chamá-lo assim? – tem uma página não-oficial no MySpace mantida por fãs. No site, é possível ouvir algumas composições do vampiro-galã.
Prévia do comentário